Eu criei este blog para falar sobre mulheres, e o que elas têm de tão especial e nos deixa assim, meio bobos. Mas recentemente me passou pela cabeça a idéia inversa: o que faz um cara valer a pena, do ponto de vista de uma mulher?
Eu passei por duas fases bem distintas nos últimos três anos. Em meados de 2008 terminei meu relacionamento mais recente, e depois disso passei por aquela famosa fase cafageste. Eu saía quase todos os dias, me divertia pra valer. E por eu estar assim nessa maré de animação, ser sempre "o cara" do momento, acabei atraindo muitas garotas. Acho que nunca tive outra fase assim na vida. Chegou ao ponto de uma menina me pegar no braço, do nada, e falar ao meu ouvido: "anota meu telefone, quero sair com você". E era uma garota espetacular, linda mesmo. Nem preciso contar o que rolou naquela noite. Isso durou o verão de 2008 pra 2009.
Depois de alguns meses nessa vida, tive uns problemas financeiros e tive que me mudar de volta pra casa dos meus pais. Como eles moram longe do burburinho da cidade grande, acabei me isolando. Coincidentemente [ou não], eu estava um pouco cansado dessa vida de farra e senti que estava na hora de levar as coisas mais a sério. Nos últimos dois anos eu me dediquei a ser um cara melhor. Ser um homem melhor, de verdade. Literalmente estudei o assunto, participei de fóruns, comecei a meditar, fazer exercícios, parei de sair loucamente e de praticamente parei de beber. Até chegar ao momento em que estou hoje: me sinto uma pessoa bem mais madura e adulta, sei o que quero da vida, estou bem de saúde e financeiramente... enfim, sinto que estou na minha melhor fase como homem.
E foi aí que a coisa ficou curiosa. Nesses dois últimos anos eu não devo ter tido nem um décimo do sucesso com garotas que eu tinha naquela época. Claro que sair todos os dias ajudava, mas eu me refiro à reação delas em relação à mim. Antes, me olhavam com um certo brilho no olhar. Agora, é algo mais inosso. Isso me deixou com a tal pulga atrás da orelha. Como que um cara que é totalmente desregrado, bebe o tempo todo e sai com todas as menininhas consegue atrair tantas garotas, enquanto o cara bacana, bem resolvido, o "bom partido", não atrai [quase] ninguém? Veja bem, não estou aqui choramingando. Conversei com amigos sobre isso, e a impressão deles é exatamente a mesma.
Uma amiga minha de longa data, dessas que a gente já passou por tanta coisa juntos que dá pra falar de quase qualquer coisa, fez um comentário que me deixou pensativo. Ela falou que mulher gosta de um cara que tenha algum problema, porque aí ela acha que vai conseguir consertá-lo. Ou seja, isso acaba sendo atraente. Ela até me sugeriu a voltar a ser cafageste! Agora, essa idéia faz algum sentido? Claro que se você é mulher e está lendo isso, vai discordar. Quem vai assumir que se sente atraída por um cara com problemas, não é mesmo? Foi o que pensei naquela hora. E respondi: eu não quero uma mulher assim, porque a hora em que ela me "consertar", vai me dar um pé na bunda e partir pra outro. No que minha amiga rebateu: é só você se manter errado! Eu dei risada. Mas será que é assim mesmo que funciona?
Eu prefiro não acreditar. Continuo na minha ideologia de me tornar sempre um cara melhor, mais completo. E sinto que isso vem acontecendo. Não, eu não faço isso pra agradar alguém ou pra atrair garotas. Faço porque me me faz bem. Gosto de tentar ser um cara melhor. Sempre. Mas, se for o caso, que sirva pra atrair uma garota que também goste dessa filosofia. E então talvez as coisas poderão ficar interessantes.
Ela vale a pena?
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
The way you make me feel
Dia desses estava em um bar com um amigo, assistindo a uma partida de futebol e bebendo cerveja. Atividade puramente masculina. Eu sei que há mulheres que gostam tanto de cerveja quanto de futebol, e não vejo nada de errado nisso. Mas é sim uma atividade masculina. Em uma mesa perto da nossa havia uma garota muito bonita, e eu reparei nela inicialmente porque ela me lembrou uma ex-namorada (na aparência). Ela era uma dessas torcedoras fanáticas. Até aí, estava tudo bem.
Como na mesa deles havia várias pessoas (na maioria homens), começaram com aquelas brincadeiras e provocações entre torcedores, e então a tal garota revelou seu lado macho. Sério, ela era o homem mais homem daquela mesa. Falava alto, com voz grossa, brigando e discutindo tanto que deixaria qualquer marmanjo com medo de peitar ela, literal ou figurativamente. E toda essa masculinidade à flor da pele me fez repensar o quanto ela tinha me atraído no começo da noite. Afinal, eu gosto de mulheres que são mulheres, por dentro e por fora.
Pensando nisso, me lembrei de uma garota que conheci numa viagem recente. Esta sim era incrível e de personalidade bem diferente da tal torcedora. Essa garota era muito divertida, sorridente, meiga. Conversar com ela, sobre qualquer assunto, era uma delícia. Daquelas pessoas que só de você estar por perto e trocar um olhar, já te deixa sentindo-se bem. Ela é daqui de São Paulo, mas mora lá longe, e eu pensei comigo: “de certa maneira, ainda bem, porque seria alguém por quem eu me apaixonaria fácil fácil...”. Não que eu não queira que isso aconteça, mas gostar de alguém que mora longe é bem complicado. E ela não tem planos de voltar pra Sampa tão cedo, por isso estou tentando esquecer esse sentimento. Tentando, tentando.
As comparações entre as duas tem sido inevitáveis nesses últimos dias, e me fez pensar em como é legal uma garota que é de bem com a vida, e ao mesmo tempo que faz questão de agradar quem está em volta. Claro, isso vale pra qualquer pessoa, mas quando se trata de alguém do sexo oposto, que além de tudo isso ainda te atrai fisicamente, acho que chega perto da perfeição. Muita gente por aí fala que beleza não é tudo, a pessoa tem que ser também inteligente, educada, etc. Eu mesmo acredito em parte nisso. Mas o que me fica claro quando conheço alguém como ela é que além da atração física, o que mais conta é como a pessoa te faz sentir-se. Não importa se ela é rica ou pobre, extrovertida ou quietinha... o que realmente importa é que ao lado dela você se sente bem. Realmente bem. E o melhor de ter acontecido tudo isso, é que me dá ânimo para continuar procurando alguém, além de saber exatamente o que procurar. E um homem que sabe o que quer é um homem de verdade.
Como na mesa deles havia várias pessoas (na maioria homens), começaram com aquelas brincadeiras e provocações entre torcedores, e então a tal garota revelou seu lado macho. Sério, ela era o homem mais homem daquela mesa. Falava alto, com voz grossa, brigando e discutindo tanto que deixaria qualquer marmanjo com medo de peitar ela, literal ou figurativamente. E toda essa masculinidade à flor da pele me fez repensar o quanto ela tinha me atraído no começo da noite. Afinal, eu gosto de mulheres que são mulheres, por dentro e por fora.
Pensando nisso, me lembrei de uma garota que conheci numa viagem recente. Esta sim era incrível e de personalidade bem diferente da tal torcedora. Essa garota era muito divertida, sorridente, meiga. Conversar com ela, sobre qualquer assunto, era uma delícia. Daquelas pessoas que só de você estar por perto e trocar um olhar, já te deixa sentindo-se bem. Ela é daqui de São Paulo, mas mora lá longe, e eu pensei comigo: “de certa maneira, ainda bem, porque seria alguém por quem eu me apaixonaria fácil fácil...”. Não que eu não queira que isso aconteça, mas gostar de alguém que mora longe é bem complicado. E ela não tem planos de voltar pra Sampa tão cedo, por isso estou tentando esquecer esse sentimento. Tentando, tentando.
As comparações entre as duas tem sido inevitáveis nesses últimos dias, e me fez pensar em como é legal uma garota que é de bem com a vida, e ao mesmo tempo que faz questão de agradar quem está em volta. Claro, isso vale pra qualquer pessoa, mas quando se trata de alguém do sexo oposto, que além de tudo isso ainda te atrai fisicamente, acho que chega perto da perfeição. Muita gente por aí fala que beleza não é tudo, a pessoa tem que ser também inteligente, educada, etc. Eu mesmo acredito em parte nisso. Mas o que me fica claro quando conheço alguém como ela é que além da atração física, o que mais conta é como a pessoa te faz sentir-se. Não importa se ela é rica ou pobre, extrovertida ou quietinha... o que realmente importa é que ao lado dela você se sente bem. Realmente bem. E o melhor de ter acontecido tudo isso, é que me dá ânimo para continuar procurando alguém, além de saber exatamente o que procurar. E um homem que sabe o que quer é um homem de verdade.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Como é bom uma garota bem arrumada
Eu ando muito pela rua. Vou ao trabalho assim e gosto, prefiro. De carro não aproveitamos nada do que a cidade oferece. Gosto de andar para ver as pessoas. Essas pessoas, essas garotas, em especial. E não importa o lugar, pode ser tanto na Avenida Paulista quanto em um trem às seis e meia da noite ou no mercado do bairro ao final do dia... lá está ela, impecável.
Tem muito cara por aí que não liga muito, mas ah, como eu gosto de uma garota que se veste bem. Isso diz tanto sobre ela, que não tem como não gostar. Na verdade, não estou falando só de roupas e acessórios. Tudo conta. É o bom gosto que faz a diferença. Um vestido bem escolhido, um perfume delicioso, uma tatuagem bacana, um cabelo bem cuidado... quando vejo uma garota assim, automaticamente eu presto atenção nela, em cada movimento, em cada gesto.
Uma garota bem arrumada tem um valor que vai muito além da aparência. Duvido muito, por exemplo, que uma pessoa que seja inteligente, bacana, divertida, culta... tenha mau gosto. Simplesmente não encaixa. Isso reflete na hora de se vestir. Veja que não precisa ser uma roupa cara ou muito chique. É como cozinhar: segredo está nos detalhes. Além disso, quem se dá ao trabalho de escolher uma roupa legal, de cuidar do corpo, da pele, dos cabelos, tem um amor próprio elevado. E auto-estima elevada é viciante, é sedutor. Gosto muito de gente assim. A garota precisa ter consciência do valor que ela tem, e externalizar isso. Assim, ela fica irresistível.
Obviamente, o oposto de tudo o que falei também vale. Se a garota é desleixada, não cuida de si, fuma... tudo isso acaba com a imagem. E com uma imagem estragada, não dá pra pensar coisas boas dela e muito menos sentir algum tipo de atração, de vontade de conhecer.
Pode ser que essa opinião não seja unânime entre os homens, pois sempre tem alguns com o nível de exigência mais baixo. Mas na minha opinião, não tem como resistir a uma menina bem cuidada. Talvez eu seja exigente demais, talvez esse seja um tipo de garota em extinção... mesmo assim, continuo a minha busca. Eu não sei qual delas vai ser, mas eu sei que quando eu conhecer o amor da minha vida, ela será exatamente assim.
Tem muito cara por aí que não liga muito, mas ah, como eu gosto de uma garota que se veste bem. Isso diz tanto sobre ela, que não tem como não gostar. Na verdade, não estou falando só de roupas e acessórios. Tudo conta. É o bom gosto que faz a diferença. Um vestido bem escolhido, um perfume delicioso, uma tatuagem bacana, um cabelo bem cuidado... quando vejo uma garota assim, automaticamente eu presto atenção nela, em cada movimento, em cada gesto.
Uma garota bem arrumada tem um valor que vai muito além da aparência. Duvido muito, por exemplo, que uma pessoa que seja inteligente, bacana, divertida, culta... tenha mau gosto. Simplesmente não encaixa. Isso reflete na hora de se vestir. Veja que não precisa ser uma roupa cara ou muito chique. É como cozinhar: segredo está nos detalhes. Além disso, quem se dá ao trabalho de escolher uma roupa legal, de cuidar do corpo, da pele, dos cabelos, tem um amor próprio elevado. E auto-estima elevada é viciante, é sedutor. Gosto muito de gente assim. A garota precisa ter consciência do valor que ela tem, e externalizar isso. Assim, ela fica irresistível.
Obviamente, o oposto de tudo o que falei também vale. Se a garota é desleixada, não cuida de si, fuma... tudo isso acaba com a imagem. E com uma imagem estragada, não dá pra pensar coisas boas dela e muito menos sentir algum tipo de atração, de vontade de conhecer.
Pode ser que essa opinião não seja unânime entre os homens, pois sempre tem alguns com o nível de exigência mais baixo. Mas na minha opinião, não tem como resistir a uma menina bem cuidada. Talvez eu seja exigente demais, talvez esse seja um tipo de garota em extinção... mesmo assim, continuo a minha busca. Eu não sei qual delas vai ser, mas eu sei que quando eu conhecer o amor da minha vida, ela será exatamente assim.
sexta-feira, 18 de março de 2011
O que é machismo, afinal?
O termo machismo usado na língua portuguesa é definido como sendo a idéia de o sexo masculino ser superior ao feminino, e muitas variações disso. Se algo que escrevi antes tenha soado nesse sentido, não foi a minha intenção. Eu não acredito que algum dos sexos seja superior ao outro. O que acredito é que são diferentes.
O homem é um ser que é naturalmente mais forte, mais centrado. A mulher tem maior sensibilidade, maior percepção. Em trajes de gala, o homem se veste com cores neutras e escuras geralmente, enquanto a mulher usa vestidos coloridos, brilhantes, exuberantes. Na dança de salão, o homem faz uma dança mais sóbrea, chamando pouca atenção. A missão dele é conduzir a mulher, e esta sim faz toda a beleza aparecer: girando com o corpo, movendo os braços e as pernas e tornando a dança um espetáculo por si só. Essa combinação de um ser firme, estático, forte e um ser maleável, esguio, belo, é uma combinação perfeita. Eu gosto de usar um exemplo onde diz que o homem é o leito de um rio e a mulher é a água que corre por ele. O homem é firme, forte e conduz a mulher, mas é ela que dá vida, energia e graça ao rio.
Nada disso é machismo. Ambos os sexos são complementares, como Ying e Yang. Existe um conceito que classifica os cérebros humanos em uma escala, sendo que em uma ponta está o cérebro extremamente masculino e na outra o totalmente feminino. Um desses testes pode ser feito aqui (em inglês). Quando a pessoa é muito masculina ela atrai e sente atração pelo oposto, ou seja, por uma pessoa muito feminina. E os neutros também se atraem entre si. Eu sou muito masculino, quase no extremo da escala, e isso fica evidente nas coisas que escrevo. Ser masculino não quer dizer ser machista. Eu só acredito que há coisas no mundo que são masculinas e outras que são femininas.
Eu gosto de levar uma garota para jantar e pagar a conta, de dirigir e abrir a porta do carro, de protegê-la, de guiá-la, fazer uma surpresa, fazê-la vivenciar alguma experiência incrível, cozinhar para ela, decidir onde vamos jantar, pra onde vamos sair, fazer os planos e organizar a viagem, tomar as atitudes, as decisões... enfim. Não que ela não seja capaz! Provavelmente o é em quase todos os casos. E se ela realmente quiser fazer algo do jeito dela, ótimo, sou aberto a esse ponto. Mas tudo isso são cortesias que eu faço, gosto de fazer, e sei que uma garota feminina também gosta de receber. Assim como eu também espero que ela exerça seu lado feminino: adoro mulher que tem cabelos compridos, que se veste bem, que cheira bem, que tem uma voz suave, que é meiga, carinhosa, que gosta de me seduzir, de me provocar, até gosto quando ela tem os seus pitis... ou seja, gosto quando ela é mulher de verdade.
Quando eu digo que sou antiquado, que não gosto de mulheres "independentes", é disso que estou falando. Não quero que ela dependa de mim pra tudo, não sou uma babá. Acho importante ela saber fazer as coisas, saber cuidar de si, de se virar. Mas também acho que é saudável para a relação o homem ter o papel do homem e a mulher o da mulher. Isso não é ser machista, pois ninguém está sendo melhor do que ninguém. O que eu quero é deixar a mulher sempre livre das tarefas masculinas e assim permitir que ela seja o mais feminina possível, pois pra mim isso é simplesmente maravilhoso. Eu gosto de mulher, feminina, mulher de verdade.
--
Pessoal que acompanha o blog, deixem comentários! Quero saber o que vocês pensam também.
O homem é um ser que é naturalmente mais forte, mais centrado. A mulher tem maior sensibilidade, maior percepção. Em trajes de gala, o homem se veste com cores neutras e escuras geralmente, enquanto a mulher usa vestidos coloridos, brilhantes, exuberantes. Na dança de salão, o homem faz uma dança mais sóbrea, chamando pouca atenção. A missão dele é conduzir a mulher, e esta sim faz toda a beleza aparecer: girando com o corpo, movendo os braços e as pernas e tornando a dança um espetáculo por si só. Essa combinação de um ser firme, estático, forte e um ser maleável, esguio, belo, é uma combinação perfeita. Eu gosto de usar um exemplo onde diz que o homem é o leito de um rio e a mulher é a água que corre por ele. O homem é firme, forte e conduz a mulher, mas é ela que dá vida, energia e graça ao rio.
Nada disso é machismo. Ambos os sexos são complementares, como Ying e Yang. Existe um conceito que classifica os cérebros humanos em uma escala, sendo que em uma ponta está o cérebro extremamente masculino e na outra o totalmente feminino. Um desses testes pode ser feito aqui (em inglês). Quando a pessoa é muito masculina ela atrai e sente atração pelo oposto, ou seja, por uma pessoa muito feminina. E os neutros também se atraem entre si. Eu sou muito masculino, quase no extremo da escala, e isso fica evidente nas coisas que escrevo. Ser masculino não quer dizer ser machista. Eu só acredito que há coisas no mundo que são masculinas e outras que são femininas.
Eu gosto de levar uma garota para jantar e pagar a conta, de dirigir e abrir a porta do carro, de protegê-la, de guiá-la, fazer uma surpresa, fazê-la vivenciar alguma experiência incrível, cozinhar para ela, decidir onde vamos jantar, pra onde vamos sair, fazer os planos e organizar a viagem, tomar as atitudes, as decisões... enfim. Não que ela não seja capaz! Provavelmente o é em quase todos os casos. E se ela realmente quiser fazer algo do jeito dela, ótimo, sou aberto a esse ponto. Mas tudo isso são cortesias que eu faço, gosto de fazer, e sei que uma garota feminina também gosta de receber. Assim como eu também espero que ela exerça seu lado feminino: adoro mulher que tem cabelos compridos, que se veste bem, que cheira bem, que tem uma voz suave, que é meiga, carinhosa, que gosta de me seduzir, de me provocar, até gosto quando ela tem os seus pitis... ou seja, gosto quando ela é mulher de verdade.
Quando eu digo que sou antiquado, que não gosto de mulheres "independentes", é disso que estou falando. Não quero que ela dependa de mim pra tudo, não sou uma babá. Acho importante ela saber fazer as coisas, saber cuidar de si, de se virar. Mas também acho que é saudável para a relação o homem ter o papel do homem e a mulher o da mulher. Isso não é ser machista, pois ninguém está sendo melhor do que ninguém. O que eu quero é deixar a mulher sempre livre das tarefas masculinas e assim permitir que ela seja o mais feminina possível, pois pra mim isso é simplesmente maravilhoso. Eu gosto de mulher, feminina, mulher de verdade.
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Pessoal que acompanha o blog, deixem comentários! Quero saber o que vocês pensam também.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Vanilla Sky
O título deste post remete ao filme Vanilla Sky (que por sua vez remete ao quadro de Monet, ao lado), mas aqui vou falar sobre o filme. Na verdade, não tanto sobre o filme, mas sobre uma passagem dele. Há uma cena onde acontece o seguinte diálogo:Dr. Curtis McCabe: And you didn't immediately wanna sleep with her? E você não quis dormir com ela imediatamente?
David (Tom Cruise): Well, you know, I'm a pleasure delayer. Bem, você sabe, eu sou um pleasure delayer.
Pleasure delayer, nesse contexto, quer dizer que o David é um cara que não tem pressa. Que gosta de ir devagar, ao invés de já tentar arrastar a menina para a cama logo no primeiro encontro, o que no filme acontece logo depois de uma festa onde eles se conhecem. Ou seja, nem um encontro oficial é.
Esse filme é um dos meus favoritos de todos os tempos, e não é à toa. Me identifico muito com esse conceito de pleasure delayer. Conversando com uma amiga esses dias contei para ela que eu perco o interesse na garota quando acontece tudo muito rápido e ela riu de mim. Mas sinceramente, nem ligo. É como se eu precisasse de um tempo de maturação, para amadurecer os sentimentos. Nisso eu gosto do tipo de relacionamento de filmes americanos. Você conhece a garota em um dia, acha ela muito bacana e fica empolgado. Mas o ideal é não rolar nada, no máximo uma sensação de conexão forte com a pessoa. Aí pego o telefone dela (porque qualquer outra coisa como e-mail, msn, facebook são muito impessoais e frias), depois de alguns dias ligo e marcamos de sair. E aí a coisa começa a ficar legal.
O homem precisa do sentimento de conquista. E quanto mais trabalho der, mais valioso vai ser o resultado final. Na prática isso se traduz em uma relação que deve acontecer aos poucos, de forma sutil. A maioria das mulheres já tem um jeito natural de dificultar as coisas, mas é bom quando também acontece do lado do homem. Aliás, quando a gente não vai com tanta sede ao pote, muitas vezes isso as deixa meio loucas e elas é que acabam vindo pra cima, por exemplo como essa menina do BBB fez. Enfim, é esse jogo de puxa e empurra que deixa as coisas interessantes. Tudo que vem fácil, vai fácil.
quinta-feira, 3 de março de 2011
O fim do romantismo
Na última vez que fui para a balada aconteceu algo que já aconteceu muitas outras vezes com muitas outras pessoas. Durante à noite, depois de alguns drinks, eu passava pela pista de dança e vi uma garota que já conhecia de vista. Fui lá e começamos a dançar sem dizer uma só palavra. Conforme as músicas passavam, a dança ficou mais quente até que rolou um beijo, e depois outro, e mais outro. Enfim falamos algo como: “vamos sair da pista e tomar algo no bar?”. E só depois é que começamos a realmente conversar, saber os nomes um do outro, etc. Até então eu estava curtindo a noite com uma pessoa completamente estranha.
Ficamos juntos à noite toda, conversando, beijando, e ao final da balada trocamos telefones e fomos embora, combinando de se ver na noite seguinte pois um amigo em comum iria tocar em um outro bar. E foi o que aconteceu. E ao final dessa segunda noite, eu a trouxe pra casa e ela dormiu comigo. Muita gente vai dizer: ué, até agora tudo normal. Bem, não foi assim. Não quando chegou a manhã desse segundo dia, chegou o domingo. Nada contra o domingo, poderia ser qualquer dia. E se eu tivesse bebido muito poderia ter dito que foi culpa da ressaca, mas nem de ressaca eu estava.
O que realmente aconteceu é que toda a magia e encanto que eu sentia pela garota desapareceu. Não só isso, eu cheguei a ficar incomodado com ela por perto. Como se eu estivesse sendo obrigado a estar alí e a gostar de alguém que eu mal conheço. E aí veio o motivo desse post. Me chame de antiquado, ou o que for, mas quando as coisas vão rápido dessa maneira, não funciona pra mim. Em menos de 48h (às vezes em menos de 12h) a garota está aqui, dormindo seminua ao meu lado? Como assim?
Dia desses uma colega falou assim: “se eu não fosse casada, eu daria muito em cima de você”. E eu respondi brincando: “Mas assim já? Nem vai me pagar um jantar antes?”. Parece que as pessoas mudaram, não ligam mais para como chegar lá. Desde que cheguem. Pra muitos dos meus amigos só o que conta é se eles pegaram ou não alguém na noite passada. Não importa quem é, se é uma garota bacana, qual o nome dela. E eu admito que já me comportei assim, muitas vezes por uma influência social mais do que uma vontade própria. Não tenho orgulho disso, pode ter certeza. Esse mundo moderno que prega pessoas desprendidas, casais com relacionamento aberto, mulheres independentes e que vivem “muito bem” sozinhas... não é pra mim. Eu vivo cercado de gente assim, frequento e gosto mais da noite alternativa do que da noite tradicional, mas eu não tenho isso no meu sangue.
Eu gosto de fazer as coisas do jeito certo. Conhecer, conversar, sentir aquele frio na barriga ao tocar na mão dela e sentir que ela segura de volta. Caramba, muitas vezes me pergunto porque é tão difícil se apaixonar hoje em dia. E em parte a culpa é do “hoje em dia”. O que mudou de antigamente para hoje foi exatamente a maneira como nós lidamos com relacionamentos. Fico pensando como era nos anos 50, em que um rapaz mal podia conversar direito com uma dama, quanto mais beijá-la logo na primeira vez que a vê.
Quando digo que o romantismo sumiu é porque eu vejo que não existe mais garotos e meninas como eu. Alguém que curte saborear cada momento da relação. Um cara que faz questão de ligar ao invés de mandar um sms, que convida para jantar ao invés de ir tomar uma cerveja, que abre a porta do carro, que escreve uma carta de amor, que prepara uma noite espetacular para a garota. Sim, porque não se deixa de ser cavalheiro só porque se está namorando ou casado. As pessoas se acomodaram com o conforto, com a facilidade. Pra que todo esse esforço pra ficar com alguém, não é mesmo? E isso me entristece. Meu sonho de conhecer uma garota no supermercado - como aquela cena do filme Ele Não Está Tão a Fim de Você com a Scarlett Johanson - fica cada vez mais distante. Acho que hoje se eu puxar assunto com alguma garota em algum lugar improvável, grandes são as chances de levar um olhar torto do tipo “que cara esquisito, sai daqui”. Isso faz sucesso nos filmes, mas na vida real ninguém está aberto a isso. Continuam enchendo as noites atrás de satisfação rápida regadas a entorpecentes, para ter um domingo de tédio e sentindo-se miseráveis.
Ficamos juntos à noite toda, conversando, beijando, e ao final da balada trocamos telefones e fomos embora, combinando de se ver na noite seguinte pois um amigo em comum iria tocar em um outro bar. E foi o que aconteceu. E ao final dessa segunda noite, eu a trouxe pra casa e ela dormiu comigo. Muita gente vai dizer: ué, até agora tudo normal. Bem, não foi assim. Não quando chegou a manhã desse segundo dia, chegou o domingo. Nada contra o domingo, poderia ser qualquer dia. E se eu tivesse bebido muito poderia ter dito que foi culpa da ressaca, mas nem de ressaca eu estava.
O que realmente aconteceu é que toda a magia e encanto que eu sentia pela garota desapareceu. Não só isso, eu cheguei a ficar incomodado com ela por perto. Como se eu estivesse sendo obrigado a estar alí e a gostar de alguém que eu mal conheço. E aí veio o motivo desse post. Me chame de antiquado, ou o que for, mas quando as coisas vão rápido dessa maneira, não funciona pra mim. Em menos de 48h (às vezes em menos de 12h) a garota está aqui, dormindo seminua ao meu lado? Como assim?
Dia desses uma colega falou assim: “se eu não fosse casada, eu daria muito em cima de você”. E eu respondi brincando: “Mas assim já? Nem vai me pagar um jantar antes?”. Parece que as pessoas mudaram, não ligam mais para como chegar lá. Desde que cheguem. Pra muitos dos meus amigos só o que conta é se eles pegaram ou não alguém na noite passada. Não importa quem é, se é uma garota bacana, qual o nome dela. E eu admito que já me comportei assim, muitas vezes por uma influência social mais do que uma vontade própria. Não tenho orgulho disso, pode ter certeza. Esse mundo moderno que prega pessoas desprendidas, casais com relacionamento aberto, mulheres independentes e que vivem “muito bem” sozinhas... não é pra mim. Eu vivo cercado de gente assim, frequento e gosto mais da noite alternativa do que da noite tradicional, mas eu não tenho isso no meu sangue.
Eu gosto de fazer as coisas do jeito certo. Conhecer, conversar, sentir aquele frio na barriga ao tocar na mão dela e sentir que ela segura de volta. Caramba, muitas vezes me pergunto porque é tão difícil se apaixonar hoje em dia. E em parte a culpa é do “hoje em dia”. O que mudou de antigamente para hoje foi exatamente a maneira como nós lidamos com relacionamentos. Fico pensando como era nos anos 50, em que um rapaz mal podia conversar direito com uma dama, quanto mais beijá-la logo na primeira vez que a vê.
Quando digo que o romantismo sumiu é porque eu vejo que não existe mais garotos e meninas como eu. Alguém que curte saborear cada momento da relação. Um cara que faz questão de ligar ao invés de mandar um sms, que convida para jantar ao invés de ir tomar uma cerveja, que abre a porta do carro, que escreve uma carta de amor, que prepara uma noite espetacular para a garota. Sim, porque não se deixa de ser cavalheiro só porque se está namorando ou casado. As pessoas se acomodaram com o conforto, com a facilidade. Pra que todo esse esforço pra ficar com alguém, não é mesmo? E isso me entristece. Meu sonho de conhecer uma garota no supermercado - como aquela cena do filme Ele Não Está Tão a Fim de Você com a Scarlett Johanson - fica cada vez mais distante. Acho que hoje se eu puxar assunto com alguma garota em algum lugar improvável, grandes são as chances de levar um olhar torto do tipo “que cara esquisito, sai daqui”. Isso faz sucesso nos filmes, mas na vida real ninguém está aberto a isso. Continuam enchendo as noites atrás de satisfação rápida regadas a entorpecentes, para ter um domingo de tédio e sentindo-se miseráveis.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Homem só pensa em mulher?
Um dia eu duvidei disso, mas já não mais. Homem não pensa em mulher o tempo todo. Só quando uma aparece na frente. Ou na verdade, um pedaço de uma já serve. Um pedacinho de uma coxa na propaganda ou um rabo de saia passando pelo rabo do olho e pronto, lá está a fisgada.
Por que a gente é assim? Não sei, deve ter algo a ver com instinto selvagem, sei lá. Não vem ao caso. O que eu gosto de pensar - e cara, eu penso muito nisso - é em como aproveitar isso. Ou melhor dizendo, como usar toda essa energia pra efetivamente pegar alguém, por assim dizer.
Não me importa nem um pouco a razão do mundo ser assim, ou as discussões filosóficas da relação homem/mulher. Eu sou um cara muito prático, preto no branco. Não fico pensando muito em como fazer algo. Com um mínimo necessário eu já ponho a mão na massa. E nesse assunto não tem como ser diferente. Este blog nasceu assim, for christ sake!
Cada mulher que eu vejo, principalmente no primeiro contato visual, eu a vejo de maneira sexual. Eu pegaria? Que nota é esse corpo? Ela é gatinha... mas meio sem sal. Avalio dos pés à cabeça. Então se você é mulher e está lendo isso... sim, looks do matter. Beleza é fundamental, já dizia o poeta. Cara, TEM que rolar uma atração logo de cara. Essa de você começar a gostar da mulher com o passar do tempo, é lenda. Nunca aconteceu comigo. Ou rola um tesão no primeiro encontro, ou nunca vai rolar. Não quer dizer que vai durar para sempre, mas precisa existir no começo.
O bom de ser homem é que a gente é simples. Muito simples, praticamente binário. Dá pra dividir todas as mulheres do planeta em apenas dois grupos: as que eu pegaria, e as que nem fodendo. Sim, eu sei, isso é superficial. Mas isso é sexo! E sexo é puramente superficial! Estamos falando de física, não de sentimentalismo.
Claro que é legal conhecer uma garota bacana, blá blá blá, ficar apaixonado e tudo mais. E eu sei exatamente como fazer isso acontecer, mas não é tão simples. Pra ficar a fim de uma menina, realmente a fim, caidinho, alguns passos são necessários:
1. Primeiro, a garota precisa ser atraente. Não pro mundo inteiro, mas eu preciso pagar um pau pra ela. Forte.
2. Ela precisa ser acessível. Não estou dizendo pra ser dada. Apenas para não ser uma bitch.
3. E ela precisa ser difícil. Essa é a parte complicada. Vamos elaborar.
Vamos começar de trás pra frente. Se eu pegar uma menina e já for pra cama com ela na primeira noite, é batata que não vai rolar nada depois. Ela pode ser linda, não vai rolar. O lance de a menina ser gata só serve até o momento que a gente sacia nossas urgências masculinas. Depois desse ponto, a menina precisa ser bem interessante pra eu querer vê-la novamente. E se ela já me saciou antes mesmo de eu saber seu sobrenome...
Ok, ela não quis dar logo de cara. Ponto pra ela. Mas o homem TEM que tentar. Ouviu? Só assim ele vai saber se ela é das que libera logo de cara ou não. É inconsciente, natural, o homem não tenta comer ela pensando “estou testando pra ver se ela é uma garota legal ou uma piranha”. Ele tenta porque realmente quer comer. Homem é simples, lembra?
Enfim. Não comeu, mas pegou ela a noite inteira, vários amassos e tal... e assim temos uma fuck buddy. Ou em bom português, uma amizade colorida. É aquela amiga que você sai de vez em quando, come, mas nunca va querer nada sério. É quase equivalente ao anterior, exceto que pelo fato de não ter dado, não matou a vontade do cara e assim criou nele um tesão que pode durar por mais tempo.
Aliás, essa palavra é chave: vontade. Pra realmente me fisgar, mas acho que falo por todos os homens, é sempre deixar na vontade. Sempre. Aliás, isso funciona para ambos os sexos. Mais nisso em outro post. Deixe o cara na vontade. Nunca beije até o fim, nuca amasse até o fim, nunca transe até o fim. É a teoria do sexo tântrico na vida real. Todo mundo gosta de um sabor de quero mais, não é?
Está aí. A fórmula mágica para fisgar um cara. Se olhar bem, é simples, mas as pessoas estão tão concentradas em seus umbigos que nunca se preocupam em jogar esse jogo direito. E é o jogo mais divertido que existe, vai entender.
Por que a gente é assim? Não sei, deve ter algo a ver com instinto selvagem, sei lá. Não vem ao caso. O que eu gosto de pensar - e cara, eu penso muito nisso - é em como aproveitar isso. Ou melhor dizendo, como usar toda essa energia pra efetivamente pegar alguém, por assim dizer.
Não me importa nem um pouco a razão do mundo ser assim, ou as discussões filosóficas da relação homem/mulher. Eu sou um cara muito prático, preto no branco. Não fico pensando muito em como fazer algo. Com um mínimo necessário eu já ponho a mão na massa. E nesse assunto não tem como ser diferente. Este blog nasceu assim, for christ sake!
Cada mulher que eu vejo, principalmente no primeiro contato visual, eu a vejo de maneira sexual. Eu pegaria? Que nota é esse corpo? Ela é gatinha... mas meio sem sal. Avalio dos pés à cabeça. Então se você é mulher e está lendo isso... sim, looks do matter. Beleza é fundamental, já dizia o poeta. Cara, TEM que rolar uma atração logo de cara. Essa de você começar a gostar da mulher com o passar do tempo, é lenda. Nunca aconteceu comigo. Ou rola um tesão no primeiro encontro, ou nunca vai rolar. Não quer dizer que vai durar para sempre, mas precisa existir no começo.
O bom de ser homem é que a gente é simples. Muito simples, praticamente binário. Dá pra dividir todas as mulheres do planeta em apenas dois grupos: as que eu pegaria, e as que nem fodendo. Sim, eu sei, isso é superficial. Mas isso é sexo! E sexo é puramente superficial! Estamos falando de física, não de sentimentalismo.
Claro que é legal conhecer uma garota bacana, blá blá blá, ficar apaixonado e tudo mais. E eu sei exatamente como fazer isso acontecer, mas não é tão simples. Pra ficar a fim de uma menina, realmente a fim, caidinho, alguns passos são necessários:
1. Primeiro, a garota precisa ser atraente. Não pro mundo inteiro, mas eu preciso pagar um pau pra ela. Forte.
2. Ela precisa ser acessível. Não estou dizendo pra ser dada. Apenas para não ser uma bitch.
3. E ela precisa ser difícil. Essa é a parte complicada. Vamos elaborar.
Vamos começar de trás pra frente. Se eu pegar uma menina e já for pra cama com ela na primeira noite, é batata que não vai rolar nada depois. Ela pode ser linda, não vai rolar. O lance de a menina ser gata só serve até o momento que a gente sacia nossas urgências masculinas. Depois desse ponto, a menina precisa ser bem interessante pra eu querer vê-la novamente. E se ela já me saciou antes mesmo de eu saber seu sobrenome...
Ok, ela não quis dar logo de cara. Ponto pra ela. Mas o homem TEM que tentar. Ouviu? Só assim ele vai saber se ela é das que libera logo de cara ou não. É inconsciente, natural, o homem não tenta comer ela pensando “estou testando pra ver se ela é uma garota legal ou uma piranha”. Ele tenta porque realmente quer comer. Homem é simples, lembra?
Enfim. Não comeu, mas pegou ela a noite inteira, vários amassos e tal... e assim temos uma fuck buddy. Ou em bom português, uma amizade colorida. É aquela amiga que você sai de vez em quando, come, mas nunca va querer nada sério. É quase equivalente ao anterior, exceto que pelo fato de não ter dado, não matou a vontade do cara e assim criou nele um tesão que pode durar por mais tempo.
Aliás, essa palavra é chave: vontade. Pra realmente me fisgar, mas acho que falo por todos os homens, é sempre deixar na vontade. Sempre. Aliás, isso funciona para ambos os sexos. Mais nisso em outro post. Deixe o cara na vontade. Nunca beije até o fim, nuca amasse até o fim, nunca transe até o fim. É a teoria do sexo tântrico na vida real. Todo mundo gosta de um sabor de quero mais, não é?
Está aí. A fórmula mágica para fisgar um cara. Se olhar bem, é simples, mas as pessoas estão tão concentradas em seus umbigos que nunca se preocupam em jogar esse jogo direito. E é o jogo mais divertido que existe, vai entender.
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